Aberto Da Austrália E Wimbledon, Muito Peso, Para Batista
Vão 3 ou 4 golpes e podes parecer que não. Que Novak Djokovic pesa muito. Pode parecer que o sérvio lhe pesa muito a Roberto Batista (31), que até por isso se havia erguido por Wimbledon, no lombo de uma carroça. Vamos ver. O primeiro set voa por 6-2, em trinta e seis minutos. Mas no segundo, Batista eleva seu nível, leva-o até o mais alto.
Jogue ao limite de tuas experctativas, é o que pensa. Domina os peloteos mais longos e desajusta a Djokovic, que propõe uma mudança de raquete: existe um tempo, os golpes se irão longos. Nesse segundo set, Batista quebra o serviço de Djokovic no terceiro jogo e aguenta a pressão.
Djokovic resopla. E, logo após, geléia ao público, que aplaude. Dialoga com os espectadores, gesticula. Leva-Se o índice pra referência. Às vezes, mesmo, congratula-se com joão Batista, que lhe foi admirado com alguma deixada. Ou com qualquer paralelo. O há. Para ser um adiantamento do banquetazo, do Nadal-Federer, não está nada mal. É um incrível aperitivo. Aos olhos do apreciador de a pé, Djokovic nunca será o grande homem.
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A maioria do público, em quase todas as pistas do mundo, é de Federer ou Nadal, algo que solivianta a Djokovic, que chegou atrasado para a celebração. Hoje é o líder do circuito. Mas sempre será o terceiro em discórdia.
O público quer alvoroço. Coloca-Se do lado do mais fraco, de Batista, cujo rosto mal se move. Parece de gelo, nada que ver de perto com Djokovic. Entretanto, a aventura do castellón começa a encerrar aí, quando chegamos ao terceiro set.
Acaso Djokovic foi atisbado sombras recentes, o imprevisto nas meias-finais de Roland Garros, em junho, no momento em que havia deixado vivo a Thiem. Vemos o Djokovic-Batista e concordamos em algo que se observa desde há dias. Este não é o torneio de Wimbledon, que tínhamos famoso.
Agora são passado os perfuradores, aqueles tipos que servem a mais de duzentos km/h e que se beneficiavam de tudo aquilo, do saque, para subjugar os oponentes. Apenas jogue como o faziam Sampras, Ivanisevic ou Krajicek, nem mesmo pela grama.
de Apostas, Cilic, Querrey ou Sua não pintam muito em Wimbledon. Djokovic e Batista pelotean desde o fundo da quadra. Há infinitas trocas de reveses cruzados. Às vezes, se vão 10 por cabeça. E só sobem se lhes tocados. O gramado está lento.
E os restadores aprenderam a combater o saque-voleio. Agora, o sérvio se sossega, se agita a angústia. Se tira ao fundo da pista e espera. Tudo que faz bem Djokovic, que resta de maravilha e aguenta o teto.
